Tela de iPad mini decepciona
Com tela de 7,9 polegadas, iPad mini é fácil de carregar e manusear, e grande o bastante para que se possa jogar, assistir a vídeos e navegar na web com conforto. Com a facilidade de uso e o formidável acervo de apps do sistema iOS, o pequeno tablet, que chega às lojas nos Estados Unidos nesta sexta-feira, tem colecionado elogios. Mas há um item destoante: a tela com resolução inferior à de concorrentes como o Nexus 7, do Google, e à de outros dispositivos da Apple.
A Apple tem gradualmente incorporado a tela Retina, de alta resolução, a seus gadgets. Essa tela estreou no iPhone 4, em 2010, e depois apareceu no iPad, no MacBook Pro e no iPod touch. Com o iPad mini, porém, a empresa deu um passo atrás, colocando uma tela de resolução inferior nele.
Testado pelas principais publicações nos Estados Unidos, o tablet agradou em quase tudo. Mas a falta da tela Retina é vista como um retrocesso. A resolução de 1.024 x 768 pixels é a mesma do iPad 2. Mas, por causa da área menor, a densidade de pixels é maior no iPad mini. São 163 pixels por polegada, contra 132 no iPad 2.
Isso significa, é claro, que a qualidade da imagem é melhor no iPad mini que no iPad 2. O problema é que a Apple deixou os críticos e os fãs mal acostumados. A tela Retina tem resolução tão alta que não se enxergam os pixels nela. E a empresa vem espalhando, há dois anos, a ideia de que qualquer coisa com resolução inferior está ultrapassada.











